Institucionais
ARGENTINA

Jorge Jacovsky (FESPROSA), Claudia Baigorria (CONADUH), Jeanette Soto (Adida Trabalhista da Embaixada), Pablo Arriarán (Ministro Conselheiro) e Julio Fuentes (Presidente da CLATE).

16/11/2016

CLATE pede ao governo do Chile dialogar com a Mesa do Setor Público


O presidente da CLATE, Julio Fuentes, se reuniu com o Ministro Conselheiro da Embaixada do Chile em Buenos Aires, Pablo Arriarán, e a Adida Trabalhista, Jeanette Soto. O encontro ocorreu na sede diplomática chilena e contou com a presença de dirigentes dos servidores argentinos, como Claudia Baigorria, da CONADUH, e Jorge Jacvsky, da FESPROSA.


Por Ignacio Rodríguez


Enquanto os servidores chilenos realizavam a segunda jornada de mobilizações, no marco de uma nova paralisação nacional de 48 horas, a presidência da CLATE apresentava um pedido perante a embaixada do Chile em Buenos Aires, solicitando ao governo a reabertura do diálogo com a Mesa do Setor Público da CUT do Chile. Em nome da CLATE, Julio Fuentes destacou a necessidade de entrar em consenso e fazer com que as demandas dos servidores sejam atendidas, a fim de encontrar uma solução ao conflito.


“Nós entendemos que isto deve ser resolvido através do diálogo com as representações diretas dos trabalhadores, independentemente dos acordos que se façam com os partidos políticos”, afirmou Fuentes. “Por isso, pedimos à Presidenta que não delegue, que acompanhe diretamente as negociações com os representantes dos trabalhadores. Acreditamos que é muito saudável que 15 entidades tenham concentrado suas representações para esta negociação”.


Após a reunião na embaixada, o presidente da CLATE fez um novo apelo às organizações membro da confederação para que solicitem entrevistas e realizem mobilizações até as embaixadas chilenas na região, a fim de manifestar apoio aos servidores em greve e exigir uma solução urgente ao conflito. “Saudamos os trabalhadores do setor público do Chile e os incentivamos a que fiquem unidos, porque a única luta que se perde é aquela que se abandona”, concluiu Fuentes.


O encontro ocorre após o governo de Michelle Bachelet ter se recusado, no domingo (13), a modificar a proposta de reajuste salarial de 3,2%, que os servidores chilenos têm rejeitado com mais de uma semana de paralisações em todo o país.


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